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Forme Fácil é o novo crédito estudantil para alunos da FE do Ensino Superior

Através do crédito estudantil, interessados em entrar na faculdade, podem conseguir prorrogar até 50% o valor da mensalidade

banner-forme-facilA história é antiga, mas o desafio para quem pretende concluir um curso superior que não cabe no bolso, continua. Felizmente, agora, até as mais conceituadas universidades particulares já aceitam – ou até oferecem – uma modalidade de crédito ainda jovem no Brasil.

É o caso da Fundação Educacional de Ituverava, que oferece oportunidade para driblar o aperto econômico que pode adiar os planos dos alunos se formarem, lançou o crédito estudantil, Forme Fácil.

Os alunos que estão cursando ou quem pretende ingressar na faculdade, com o Crédito Fácil podem conseguir prorrogar até 50% (cinquenta por cento) o valor da mensalidade do curso escolhido, que poderá ser pago após a formatura, com o valor vigente atualizado. Dessa forma, durante o período de estudos, o valor da mensalidade fica mais leve.

O crédito é válido para o estudante já matriculado ou que pretende se matricular em um dos cursos superiores das instituições mantidas pela FE – Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFCL), Faculdade Dr. Francisco Maeda (Fafram) e Faculdade de São Joaquim da Barra – FAJOB.
Regras
Também é necessário que o aluno que não tenha concluído nenhum curso superior, tenha renda bruta familiar de até quatro salários mínimos e não ser beneficiário de bolsas de estudo e descontos concedidos pela Fundação Educacional de Ituverava.

Além de preencher todos os requisitos, também é necessário a apresentação de documentação e estar em dia com as mensalidades, caso o contratante já seja aluno.

De acordo com o presidente da FE, Pedro César Galassi, é importante ressaltar que o Forme Fácil não é financiamento e nem bolsa de estudos. “O crédito estudantil é uma condição imperdível para quem não pode arcar com o valor integral das mensalidades no momento em que cursa a faculdade”, afirma. “Assim, no futuro, com a vida financeira mais estabilizada e já sendo um profissional graduado, poderá pagar tranquilamente o crédito estudantil concedido a ele”, observa o presidente.

Ele explica os motivos que levaram a instituição investir na iniciativa. “As mudanças nos programas estudantis oferecidos pelo governo, como Fies, Prouni, entre outros, gerou uma grande preocupação, pois muitos estudantes dependem desses programas e, a fim de oferecer a oportunidade do estudante concluir o Ensino Superior, criamos o Forme Fácil”, diz

Oportunidade

“O projeto, que é uma ótima oportunidade para quem busca formação profissional, já está em vigor, com alguns contratos assinados. De fato, agora não tem o diploma de um curso superior, quem não quiser, pois o Forme Fácil permite, por exemplo, que o estudante pague apenas 50% da mensalidade do curso, e outra metade custeada pela Fundação Educacional, através do fluxo de caixa, durante todo o período de duração do curso”, afirma Pedrinho.

“O valor deverá ser pago à FE, após o estudante concluir o curso, sem juros e correção monetária, pois entende-se que com a conclusão do Ensino Superior, a vida financeira do formado estará mais estabilizada e as chances de colocação no mercado de trabalho serão maiores”, completa o presidente Pedro César Galassi.

Para mais informações e esclarecimento de dúvidas, basta entrar em contato com a Central de Atendimento da Fundação Educacional de Ituverava, pelo telefone (16) 3729-9000.

Fonte: Tribuna de Ituerava

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Semana da Administração da FFCL começa no dia 16

O Diretório Acadêmico do curso de Administração e Ciências Contábeis em parceria com a Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras (FFCL), realiza mais uma edição da Semana da Administração, a “SEMANAD”.

banner semana adm 201O evento que, começa na próxima segunda-feira, 16 de setembro, na FFLC, segue até 19 de setembro, com palestras e minicursos ministrados por especialistas de Ituverava e região. O público alvo são alunos da instituição e de cursos técnicos da cidade, além de pessoas que pretendem ingressar no curso.

Para à SEMANAD, está programada para o dia 16, palestra com Paulo Yossomi, que discorrerá sobre Empreendedorismo e Mindset. Na terça e quarta-feira, 17 e 18 de setembro, serão ministrados minicursos. As palestras terão início às 19h30, com término previsto para às 21h10.

O evento continua dia 19, com a Feira de Negócios, onde os estudantes se dividirão em grupos e terão a missão de tentar vender um produto. Durante a atividade, eles serão avaliados nos quesitos lucro, criatividade do produto e receita.

Festa de encerramento

Para celebrar o encerramento da Semana Acadêmica, no próximo sábado, 21 de setembro, será realizada a segunda edição da festa “Administravando”, no Buteco Rosário, a partir das 23h.
O presidente do Diretório Acadêmico dos cursos, Alexander de Souza Borba, destaca a importância do evento para os estudantes de Administração e Ciências Contábeis. “A SEMANAD proporciona a oportunidade dos estudantes adquirem conhecimento específico na área desejada”, afirma.

“As palestras também têm um viés motivacional e contribuem para traçar um norte para o futuro profissional de cada aluno”, completa Alexander Borba.

Fonte: Tribuna de Ituverava

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Alunos da FFCL em visita à fábrica da Ypê

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Os alunos dos cursos de administração e ciências contábeis da FFCL visitaram no dia 27 de agosto a unidade fabril da Ypê em Amparo/SP.

Na visita técnica puderam conhecer de perto os processos produtivos da fábrica que produz produtos de higiene e limpeza, além de conhecerem a história dos seus fundadores e as ações ambientais promovidas pela empresa.

Os alunos e professores ainda trouxeram mudas de Ipê Branco que foram doadas pela empresa e que serão plantadas na cidade de Ituverava.

Os alunos foram acompanhados pelas Professoras Lilian Ribeiro e Lidiane Kanesiro e pelo funcionário Marcos Talarico Scapin.

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Veja as profissões mais procuradas na batalha do Brasil por produtividade

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Para atender às necessidades das novas formas de produção, mais intensas em tecnologia, o Brasil terá de qualificar, até 2023, 10,5 milhões de trabalhadores em ocupações industriais nos níveis superior, técnico, qualificação profissional e aperfeiçoamento. É esse o desafio apontado pelo "Mapa do Trabalho Industrial 2019-2023", levantamento do Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai), divulgado nesta segunda-feira (12).

Nos próximos três anos e meio, de acordo com o estudo, a ocupação que apresentará a maior procura pelas empresas será a de condutor de processos robotizados. O número de vagas disponíveis para essa ocupação aumentará 22,4%, no período, enquanto o crescimento médio das ocupações industriais ficará em 8,5%.

O tipo de trabalhador mais procurado será o "transversal", aquele profissional que pode atuar em várias áreas diferentes, desempenhando funções em pesquisa e desenvolvimento, controle de produção e desenho industrial. Segundo o "Mapa" serão 1,7 milhão de vagas para essa atividade, seguida de perto pela metalmecânica (1,6 milhão), construção (1,3 milhão), logística e transporte (1,2 milhão), alimentos (754 mil), informática (528 mil), eletrônica (405 mil) e energia e telecomunicações (359 mil).

Veja a seguir a lista das profissões de nível superior que serão mais procuradas pela indústria até 2023:

Ocupações industriais de nível superior com maior demanda por formação

Ocupações

Profissionais a serem qualificados

Analistas de tecnologia da informação
305.172

Engenheiros civis e afins
57.399

Gerentes de produção e operações em empresa da indústria extrativa, de transformação e de serviços de utilidade pública
54.940

Engenheiros de produção, qualidade, segurança e afins
40.283

Gerentes de tecnologia da informação
29.912

Engenheiros eletricistas, eletrônicos e afins
29.237

Engenheiros mecânicos e afins
28.963

Artistas visuais,desenhistas industriais e conservadores-restauradores de bens culturais
25.141

Administradores de tecnologia da informação
23.905

Gerentes de manutenção e afins
18.182

Gerentes de suprimentos e afins
17.865

Gerentes de pesquisa e desenvolvimento e afins
15.021

Arquitetos e urbanistas
14.252

Pesquisadores de engenharia e tecnologia
13.968

Engenheiros químicos e afins
10.116

Gerentes de operações de serviços em empresa de transporte, de comunicação e de logística (armazenagem e distribuição)
9.440

Engenheiros em computação
8.061

Químicos
7.870

Qualificar esse grande contingente de trabalhadores será um desafio e tanto, até mesmo para o Senai, uma das maiores estruturas de ensino profissionalizante do mundo, capaz de absorver quase 2,5 milhões de novos alunos todos os anos. Mas o desafio não se limita ao esforço de qualificar esse exército de pessoas, suficiente para lotar mais de uma centena de estádios como o Maracanã.

Os problemas de adaptação da economia brasileira — e principalmente de sua indústria — aos padrões da empresa digitalizada e conectada 4.0, que já é uma realidade em bom pedaço do mundo, são múltiplos e complexos. Estão presentes dentro e fora das fábricas e escritórios.

Esses problemas se expressam na baixa produtividade da economia, retratada pela relação entre o volume do PIB (Produto Interno Bruto) e o número de horas trabalhadas para produzi-lo. Atualmente, a produtividade do trabalhador brasileiro equivale a 25% da produtividade do trabalhador americano e a 30% da obtida pelos trabalhadores alemães e coreanos.

Significa, em termos práticos, que o trabalhador brasileiro leva uma hora para fazer o que o americano faz em 15 minutos e o alemão ou o coreano produz em 20 minutos. Embora nem sempre tenha sido assim — entre 1950 e 1980, a produtividade do trabalhador brasileiro subiu de 27% para 45% da do americano —, nos últimos 35 anos houve um refluxo, e a distância retornou a 25%. Voltamos ao nível em que estávamos há 70 anos.

As deficiências de qualificação do trabalhador brasileiro são um óbvio e importante fator limitador do aumento da produtividade, mas não o único. Além do capital humano, também o capital físico, representado por máquinas, equipamentos, tecnologias e processos, desempenha papel decisivo na promoção da produtividade.

Ambos estão atrasados em relação às necessidades competitivas brasileiras. "Só 8% dos jovens brasileiros fazem formação técnica em engenharia, enquanto na Alemanha são 50%", lembra Rafael Lucchesi, diretor geral do Senai. "Mas também dificulta o fato de a idade média dos equipamentos instalados nas fábricas brasileiras ser, por exemplo, o dobro da americana".

Mesmo que o quadro fosse mais favorável nesses dois itens, faltariam outros elementos para impulsionar a produtividade. Condições de financiamento e, de um modo geral, o ambiente de negócios completam o conjunto de fatores que, quando propícios, favorecem elevações de produtividade, mas, no Brasil, atuam como barreiras.

Empreender e tocar negócios no Brasil é tarefa para gigantes. O emaranhado de leis e normas, que produz insegurança jurídica permanente, se une à burocracia e à exaustiva atividade de manter o pagamento de tributos em dia.

Tudo isso desestimula o investimento em geral e, especificamente, em inovação. Pesquisa publicada em 2018 pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) apontou que 75% das empresas consultadas – ou seja, três em cada quatro – apresentavam apenas graus básicos de digitalização. Empresas na fronteira tecnológica somavam apenas 1,6% da amostra.

O volume total de investimento em Pesquisa & Desenvolvimento (P&D), no Brasil, sempre foi muito baixo em comparação com outros países. Dados anteriores à grande crise iniciada em 2014 indicavam gastos em P&D em torno de US$ 30 bilhões por ano, equivalentes a 1,3% do PIB, dos quais nem 40% correspondiam à fatia do setor privado.

Esse montante colocava o país, em termos absolutos, na décimo lugar entre os que mais aplicavam em P&D. Em proporção do PIB, porém, o Brasil despencava para a 36ª posição. Como reflexo da crise econômica, os números de hoje, segundo especialistas, devem ser ainda mais modestos.

A perda de impulso no esforço de modernização e inovação, contudo, é anterior a esta última crise econômica e se mostrou presente pelo menos desde o início da década de 2000. O resultado é que, segundo publicação do Ipea sobre o mercado de trabalho, contrastando com a elevação da escolaridade dos trabalhadores, do aumento da formalização do trabalho e da renda, não houve, no período, geração significativa de empregos

Créditos:

José Paulo Kupfer - 14/08/2019 04h00

Fonte: UOL

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FFCL de Ituverava participa do Projeto Rondon

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O Projeto Rondon, sob coordenação do Ministério da Defesa, é conduzido em estreita parceria com o Ministério da Educação, o Ministério do Desenvolvimento Social e Agrário, o Ministério da Saúde, o Ministério do Meio Ambiente, o Ministério da Integração Nacional, o Ministério do Esporte e a Secretaria de Governo da Presidência da República. É uma ação interministerial do Governo Federal realizada em coordenação com os Governos Estadual e Municipal que, em parceria com as Instituições de Ensino Superior, reconhecidas pelo Ministério da Educação, visa a somar esforços com as lideranças comunitárias e com a população, a fim de contribuir com o desenvolvimento local sustentável e na construção e promoção da cidadania.

O Projeto Rondon prioriza, assim, desenvolver ações que tragam benefícios permanentes para as comunidades, principalmente as relacionadas com, a melhoria do bem estar social e a capacitação da gestão pública. Busca, ainda, consolidar no universitário brasileiro o sentido de responsabilidade social, coletiva, em prol da cidadania, do desenvolvimento e da defesa dos interesses nacionais, contribuindo na sua formação acadêmica e proporcionando-lhe o conhecimento da realidade brasileira.

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