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Engenharia de Produção

Engenharia de Produção - Bacharelado
Duração: 5 anos
Período: Noturno
Modalidade: Presencial
Coordenador: Prof. Msc. Tadeu Tomio Sudo
Fale com o Coordenador: O endereço de e-mail address está sendo protegido de spambots. Você precisa ativar o JavaScript enabled para vê-lo.

GRADE CURRICULAR




Desde a Revolução Industrial, as empresas têm evoluído em busca do aumento de produtividade. Inicialmente a preocupação principal era a de descobrir melhores meios de produzir os bens, através da mecanização e da otimização da organização do chão-de-fábrica. Neste período foram desenvolvidas diversas abordagens como o Taylorismo, que se preocupa com a otimização do trabalho, e o Fordismo, que introduz o arranjo das máquinas na forma de linha de produção para atender o mercado consumidor de escala.

Após a Segunda Grande Guerra Mundial, o mercado passou a exigir maior qualidade pelos produtos fabricados, levando ao aperfeiçoamento técnico-funcional dos produtos e a evolução do conceito da qualidade. O conceito de qualidade evoluiu do Nível de Qualidade Aceitável (NQA), calcado nas teorias Tayloristas, para a Gestão da Qualidade Total, baseado na percepção das necessidades do cliente como elemento central da estratégia da empresa. Também no pós-guerra houve um grande desenvolvimento dos meios produtivos e a massificação da informação, que culminaram com o processo de automatização das máquinas e equipamentos e com a informatização da sociedade.

A interligação dos mercados em nível global levou as empresas a adotarem novas estratégias para satisfazer a exigência destes novos mercados, que culminaram com a busca da fabricação de produtos isentos de defeitos, caracterizando a world-class manufacturing.

A Engenharia de Produção surgiu como resposta às necessidades de desenvolvimemto de métodos e técnicas de gestão dos meio produtivos, acompanhando a evolução tecnológica e mercadológica que ocorreram ao longo do Século XX.

As atividades principais dos primeiros Engenheiros de Produção estavam voltadas principalmente para a racionalização do trabalho e para a adequação da mão-de-obra à tecnologia introduzida. Com a crescente diversificação e complexidade das atividades produtivas, as mudanças dos hábitos dos consumidores, o surgimento de novos canais de distribuição, novas cadeias de suprimentos e de novas regras comerciais derivadas da globalização dos mercados, a Engenharia de Produção foi se desenvolvendo, enquanto área de conhecimento, através de um enfoque multidisciplinar dos problemas ligados ao gerenciamento da produção.

A Engenharia de Produção faz a ligação entre as áreas de conhecimento dos ramos tradicionais de Engenharia e a Ciências da Administração de Empresas, com uma esfera de ação intermediária, concentrando-se na gestão dos processos produtivos, ou seja, no desenvolvimento de métodos e técnicas que permitam otimizar a utilização de todos os recursos produtivos. Alavancando a competitividade das empresas produtoras de bens e/ou serviços, exige do Engenheiro de Produção uma visão bem mais ampla e um conhecimento mais eclético de diversas áreas do saber.

O curso de Engenharia de Produção proposto pela FFCL visa a formação de bacharéis qualificados e capacitados a atuar em todas áreas de conhecimento da área, desenvolvendo atividades de projeto, supervisão, consultoria, assessoria, auditoria, perícia entre outros, com o escopo de tornar o profissional adaptável às exigências de um ambiente industrial e empresarial em contínuo processo de mudança.

Para alcançar esse objetivo, a aquisição de uma sólida base conceitual é fundamental e isso será atingido com a grade curricular estruturada com disciplinas de ampla abrangência, que possibilitarão ao aluno egresso uma perfeita aptidão para o exercício das diferentes atividades que o mercado vem propiciando. Esse mercado abrange empresas industriais, comerciais, prestadoras de serviços, órgãos governamentais e até mesmo em entidades sem fins lucrativos.
A ênfase das disciplinas a serem ministradas será na aplicação da teoria na prática, formando profissionais habilitados para resolver problemas, assim como otimizar processos produtivos e elaborar projetos.

Pretende-se ainda, consolidar a construtiva relação didático pedagógica entre professor e aluno já observada nos demais cursos desta instituição. O projeto do curso de Engenharia de Produção contempla ainda um perfil profissional que almeje o domínio de habilidades e competências inter e multidisciplinares, articulada com outros ramos do saber, atento desde a problemática local e regional até o estudo dos grandes temas nacionais e internacionais.


O Campo de Atuação da Engenharia de Produção

No Brasil existem dois tipos de cursos na área de Engenharia de Produção: os cursos plenos e os cursos concebidos como habilitações específicas de um dos ramos tradicionais da Engenharia. Os cursos do primeiro tipo concentram quase toda a sua carga horária profissionalizante no estudo da gestão da produção, enquanto os do segundo tipo dividem esta carga entre esse estudo e os dos sistemas técnicos.

Segundo a Associação Brasileira de Engenharia de Produção - ABEPRO, “Compete à Engenharia de Produção o projeto, a implantação, a operação, a melhoria e a manutenção de sistemas produtivos integrados de bens e serviços, envolvendo homens, materiais, tecnologia, informação e energia. Compete ainda especificar, prever e avaliar os resultados obtidos destes sistemas para a sociedade e o meio ambiente, recorrendo a conhecimentos especializados da matemática, física, ciências humanas e sociais, conjuntamente com os princípios de análise e projeto de engenharia”.

Do ponto de vista legal, o exercício da profissão de engenheiro tem como exigência o diploma do curso de graduação e a habilitação junto ao Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia (CREA). A Lei n° 5.194, de 24 de dezembro de 1966, regula o exercício das profissões de Engenheiro, Arquiteto e Engenheiro Agrônomo. As regulamentações do CONFEA são: Resolução n° 218, de 29 de junho de 1973, que discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da engenharia, arquitetura e agronomia; Resolução n° 218, de 29 de junho de 1973, que discrimina atividades das diferentes modalidades profissionais da engenharia, arquitetura e agronomia; Resolução n° 235, de 09 de outubro de 1975, que discrimina as atividades profissionais do engenheiro de produção; Resolução n° 288, de 07 de dezembro de 1983, que designa o título e fixa atribuições das novas habilitações em Engenharia de Produção e Engenharia Industrial.

O Ministério da Educação, através da Resolução 10/77 do Conselho Federal de Educação (atual CNE) estabeleceu o currículo mínimo dos cursos de Engenharia de Produção e a Resolução 11/2002, estabeleceu as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Graduação em Engenharia.

A Necessidade da Engenharia de Produção no Brasil

O cenário vigente de atuação das organizações caracteriza-se pelo processo de internacionalização e globalização da economia, com graus crescentes de competitividade. Assim, o binômio Produtividade e Qualidade, que historicamente sempre foram elementos fundamentais de interesse e estudo da Engenharia de Produção, tornaram-se agora uma necessidade competitiva de interesse global não apenas de organizações, mas também de inúmeras nações. A formação dos grandes blocos econômicos mundiais (Comunidade Econômica Européia, Nafta, Mercosul, etc.) e conceitos como Manufatura de Classe Mundial (World Class Manufacturing), e Gestão da Qualidade Total (Total Quality Management), que se transformaram em jargões comuns ao setor industrial, levam à clara compreensão por parte dos empresários e profissionais do setor de que a sobrevivência e sucesso das empresas brasileiras passa pelo estudo e prática dos grandes temas ligados ao processo produtivo, objeto da Engenharia de Produção. Fator adicional é possibilitado pelos avanços tecnológicos, os quais, paradoxalmente, em vez de acentuarem as tendências para a superespecialização, estão revertendo este quadro no sentido de permitirem níveis adequados de integração de sistemas, exigindo profissionais com ampla habilitação nas técnicas e princípios da Engenharia de Produção.  Esse contexto tem alterado significativamente o conteúdo e as habilidades esperadas da mão de obra em termos mundiais e essas mudanças têm se refletido fortemente na realidade e perspectivas profissionais do Engenheiro de Produção.

A Demanda Pelos Cursos de Engenharia de Produção

A necessidade dos conhecimentos e técnicas da Engenharia de Produção tem feito com que o mercado procure e valorize os profissionais egressos dos cursos desta área. Em função disso, a demanda pelos cursos de Engenharia de Produção tem sido muito grande, segundo apontam as estatísticas dos vestibulares. No Brasil, reportagens de revistas como Exame, Isto É e Veja, e de jornais como Folha de São Paulo, apontam a Engenharia de Produção como a Engenharia com as melhores perspectivas de mercado de trabalho, juntamente com Mecatrônica.

Base Legal

O curso de graduação de Bacharelado em Engenharia de Produção foi estruturado em função das orientações e normas da Lei das Diretrizes e Bases da Educação (9.394 de dezembro de 1996), das Diretrizes Curriculares Nacionais para os Cursos de Engenharia, do Conselho Federal de Engenharia, Arquitetura e Agronomia - CONFEA, do Conselho Regional de Engenharia, Arquitetura e Agronomia – CREA e da Resolução 2 do CNE-CES de 19 de junho de 2007 - que dispõe sobre carga horária mínima e procedimentos relativos à integralização e duração dos cursos de graduação, bacharelados, na modalidade  presencial.

O princípio para a constituição do currículo foi deduzido em cinco categorias: contextualização do conhecimento, prática reflexiva, interdisciplinaridade, homologia de processos e os seis eixos delineados e indicados na matriz curricular proposta no parecer da Resolução CNE/CES nº 11, de 11 de março de 2002.

Objetivo geral

O curso de graduação de Bacharelado em Engenharia de Produção tem por objetivo geral propiciar ao acadêmico um processo formativo que lhe habilite como um profissional apto a produzir e aplicar conhecimentos científicos e tecnológicos na área de Engenharia de Produção relacionados aos campos da pesquisa, aplicação industrial, planejamento e gestão, enquanto cidadão ético e com capacidade técnica e política.

O Engenheiro de Produção, no intuito de atender às demandas da sociedade e a um mercado de trabalho cada vez mais dinâmico e competitivo, deverá de modo ético e humanístico, ser capaz de entender as questões que lhes são apresentadas, de forma sistêmica, uma vez que devem considerar os aspectos políticos, econômicos, sociais, ambientais e culturais relacionados a essas questões.

Este conhecimento geral representa um desafio para a Engenharia de Produção que objetiva alavancar a competitividade das empresas produtoras de bens e/ou serviços. Pretende-se nesta proposta oferecer um curso que propicie, além da formação básica sólida, uma formação generalista que irá abranger outras áreas como Ciência dos Materiais, Processos de Fabricação, Eletricidade e Ciências Ambientais, que irão se somar às disciplinas específicas abrangendo áreas como Engenharia do Produto, Projeto da Fábrica, Gestão da Produção, Qualidade, Sistemas de Informação, Estratégia e Organização, Ergonomia e Segurança do Trabalho, Gestão Econômica, Planejamento e Controle da Produção e Pesquisa Operacional.

Deste modo, o Curso de Engenharia de Produção proposto tem por objetivo formar profissionais com consistente conhecimento técnico e científico de forma a lhes conferir raciocínio crítico para a identificação de problemas e criatividade para a solução dos mesmos, capazes de atuar no setor agro-industrial, na concepção e elaboração de projetos, estudo de viabilidade, operação, fiscalização, supervisão e gerenciamento de sistemas produtivos em empresas do setor primário (mineração, extração de petróleo, agroindústrias, usinas de açúcar e álcool, etc.), secundário (indústrias automobilísticas e de autopeças, de confecção, transformados plásticos, eletro-eletrônicos, etc.) e terciário (lojas, centros de informática, escolas, consultorias empresariais, hospitais, laboratórios médicos, empresas do setor financeiro, etc.).

O curso de graduação em Engenharia de Produção será um curso Pleno de Engenharia, com duração de cinco anos, que atende às exigências curriculares do Ministério da Educação, para cursos de engenharia (CNE 11/2002). Para isso buscará propiciar a seus egressos a aquisição de competências e habilidades para:


1.    Aplicar conhecimentos técnicos, científicos e instrumentais para melhorar ou solucionar problemas de engenharia;
2.    Analisar produtos e sistemas produtivos, podendo propor soluções mais eficazes;
3.    Planejar, elaborar e coordenar projetos e serviços de engenharia;
4.    Utilizar e/ou desenvolver novas metodologias, ferramentas e técnicas;
5.    Supervisionar a operação e manutenção de sistemas produtivos;
6.    Participar de equipes multidisciplinares, compartilhando seus conhecimentos através de eficiente comunicação nas formas escrita, oral e gráfica;
7.    Exercer suas atividades dentro dos preceitos da ética e da responsabilidade profissionais;
8.    Considerar os impactos de suas atividades no contexto social e ambiental;
9.    Analisar a viabilidade econômica dos projetos de engenharia.

Objetivos específicos

O curso possibilitará o desenvolvimento de capacitações de forma a tornar o engenheiro de produção apto para as seguintes atividades específicas:

•    Projetar novos produtos e processos produtivos.
•    Promover melhorias no método de trabalho e nas relações humanas do trabalho.
•    Elaborar a programação e o controle da produção, exercendo acompanhamento, orientação e supervisão das pessoas, materiais e equipamentos.
•    Buscar a melhoria constante  da qualidade e da produtividade dos processos produtivos.
•    Minimizar os custos de produção através de maior eficácia na utilização dos recursos produtivos: mão-de-obra, matérias-primas, equipamentos e instalações.
•    Desenvolver sistemas de logística de distribuição e de serviços.
•    Analisar a cadeia de suprimentos e os canais de distribuição, visando novas oportunidades de comercialização.
•    Analisar a viabilidade econômica e financeira dos projetos desenvolvidos nas empresas.
•    Aplicar os conceitos de gestão, logística e finanças nas cadeia agroindustriais predominantes no país e na região.
•    Desenvolver a competência empreendedora.
•    Gerenciar empresas de serviços.
•    Gerenciar micro e pequenas empresas (MPEs).

•    Dar condições para que os formandos possam prestar assistência tecnológica, através da adoção de novas práticas capazes de minimizar custos, obtendo-se maior eficácia nos métodos de fabricação.
•    Utilizar a pesquisa científica nos processos formativos como instrumento de (re)construção do conhecimento e de transferência de tecnologia, visando à formação de profissionais aptos a contribuir para o desenvolvimento de pesquisas tecnológicas de interesse para os setores público e privado na área de Engenharia de Produção.
•    Oferecer práticas acadêmicas que contribuam para a formação de profissionais aptos a propor novas soluções a partir das dificuldades e/ou estrangulamentos empresariais apresentados, devido à falta de qualidade de materiais ou de processos de fabricação.
•    Proporcionar ao discente toda instrumentação técnica, intelectual, cultural e tecnológica para o desempenho das suas diversas funções nas organizações.
•    Oferecer uma estrutura curricular que garanta uma sólida formação teórica e prática, complementada com atividades de pesquisa individual e coletiva e participação em atividades de extensão.
•    Fornecer práticas de estudo independente, com objetivo de proporcionar uma progressiva autonomia de aprendizado e desenvolvimento intelectual do aluno.
•    Estimular o aluno na busca de habilidades, competências e conhecimentos práticos fora do ambiente acadêmico, desenvolvendo assim a capacidade de interpretação e tendências do mercado em constante evolução;
•    Desenvolver uma visão intra-organizacional capaz de permitir a assimilação da cultura e dos objetivos organizacionais, tendo como parâmetro a consciência e a dimensão das questões éticas, humanas e sociais que envolvem o ambiente empresarial.
 
Perfil do profissional a ser formado

O perfil do profissional que se dedica à Engenharia de Produção exige uma sólida formação em ciências básicas e de engenharia, profissional e humanística que o habilite a atuar em indústrias de base (mecânica, metalúrgica, siderúrgica, mineração, petróleo, plásticos e outros) e em indústrias de produtos ao consumidor (alimentos, eletrodomésticos, brinquedos etc); na produção de veículos; no setor de instalações (geração de energia, refrigeração e climatização etc); em indústrias que produzem máquinas e equipamentos e em empresas prestadoras de serviços; em institutos e centros de pesquisa, órgãos governamentais, escritórios de consultoria e outros; considerando em todas estas áreas, os aspectos tecnológicos, econômicos, sociais, ambientais humanos e éticos; porém, sem nunca se afastar do enfoque econômico, de forma a obter sempre o melhor produto com o menor custo.

O Curso de Engenharia de Produção, não obstante, procura formar um profissional capaz de resolver problemas reais de engenharia. Para tanto, o curso está estruturado por meio de um conjunto de disciplinas básicas, de conteúdo geral, e por meio de disciplinas profissionalizantes; permitindo-lhe uma formação generalista associada a uma sólida formação técnico científica e profissional geral, que o capacite a absorver e desenvolver novas tecnologias.

O egresso deste curso será dotado dos conhecimentos requeridos para o exercício das competências e habilidades gerais previstas no Art. 4º da RESOLUÇÃO CNE/CES 11, DE 11 DE MARÇO DE 2002, que instituiu as Diretrizes Curriculares Nacionais dos Cursos de Graduação em Engenharia; além do que deverá:

1)    Ser capaz de dimensionar e integrar recursos físicos, humanos e financeiros a fim de produzir, com eficiência e ao menor custo, considerando a possibilidade de melhorias contínuas;
2)    Ser capaz de utilizar ferramental matemático e estatístico para modelar sistemas Civis e auxiliar na tomada de decisões;
3)    Ser capaz de projetar, implantar e aperfeiçoar sistemas, produtos e processos, levando em consideração os limites e as características das comunidades envolvidas;
4)    Ser capaz de prever e analisar demandas, selecionar tecnologias e know-how, projetando produtos ou melhorando suas características e funcionalidade;
5)    Ser capaz de incorporar conceitos e técnicas da qualidade em todo o sistema produtivo, tanto nos seus aspectos tecnológicos quanto organizacionais, aprimorando produtos e processos, e produzindo normas e procedimentos de controle e auditoria;
6)    Ser capaz de prever a evolução dos cenários produtivos, percebendo a interação entre as organizações e os seus impactos sobre a competitividade;
7)    Ser capaz de acompanhar os avanços tecnológicos, organizando-os e colocando-os a serviço da demanda das empresas e da sociedade;
8)    Ser capaz de compreender a inter-relação dos sistemas Civil com o meio ambiente, tanto no que se refere à utilização de recursos escassos quanto à disposição final de resíduos e rejeitos, atentando para a exigência de sustentabilidade;
9)    Ser capaz de utilizar indicadores de desempenho, sistemas de custeio, bem como avaliar a viabilidade econômica e financeira de projetos;
10)    Ser capaz de gerenciar e otimizar o fluxo de informação nas empresas utilizando tecnologias adequadas.
11)    Ser capaz de identificar, modelar e resolver problemas.

Mais ainda, deverá atender exigências da sociedade, quanto a:

•    Compromisso com a ética profissional;
•    Iniciativa empreendedora;
•    Disposição para auto-aprendizado e educação continuada;
•    Comunicação oral e escrita;
•    Leitura, interpretação e expressão por meios gráficos;
•    Visão crítica de ordens de grandeza;
•    Domínio de técnicas computacionais;
•    Conhecimento da legislação pertinente;
•    Capacidade de trabalhar em equipes multidisciplinares;
•    Compreensão dos problemas administrativos, sócio-econômicos e do meio ambiente.
   
Com o conjunto de conhecimentos, competências e habilidades, a matriz curricular formulada possui um conjunto de disciplinas que os contempla, sendo desenvolvidas com metodologia apropriada a cada disciplina e por um corpo docente compromissado em buscar a sua integralização dentro das metas individuais de cada disciplina e, numa instância macro, a consistência da disciplina com todo o curso.

A arquitetura da premissa do parágrafo anterior se traduz numa matriz que não é apenas um conjunto de disciplinas isoladas, mas sim uma matriz sistêmica com um conjunto de disciplinas que forma um todo único cuja meta é a eficiência em alcançar as metas propostas.

Em linhas gerais se deseja formar profissionais dotados de competências e habilidades visando atender principalmente a demanda regional sem desprezar a demanda nacional, sendo capaz esse de exercer com destreza e responsabilidade as atribuições e prerrogativas compatíveis à profissão, incluindo a habilidade profissional para se relacionar com diversas áreas, capacitando-o para atuar em equipes multidisciplinares.

 

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